Cientistas brasileiros descobrem mais uma cura para a COVID-19 e são ignorados pela mídia

Além de ignorados pelos jornais, um dos autores foi censurado no Facebook

Esperei um dia inteiro para ver se isso sairia publicado na mídia, não saiu.

É um estudo liderado por um cientista brasileiro. Foi publicado hoje.

É padrão ouro: randomizado, duplo cego, revisado por pares e publicado em revista de "impacto". Cumpriu toda a sequência da burocracia científica.

Usa um cocktail que tem um remédio genérico e barato chamado dutasterida, além de nitazoxanida e azitromicina. Funcionou. Os pacientes que tomaram o cocktail completo se recuperaram muito mais rápido. “No grupo da dutasterida, mais de 80% dos que fizeram a análise estavam ‘curados’ do ponto de vista de vírus após 7 dias. Ambos grupos tomaram nitazoxanida (‘Annita’) e azitromicina”, afirmou Flavio Cadegiani, um dos autores do estudo, em seu Instagram.

É tratamento precoce, a média de tempo para início do tratamento foi de quatro dias. “Nem nós investigadores e nem os pacientes sabiam quem estava tomando dutasterida e quem estava tomando placebo. A distribuição foi randomizada, e as características de ambos grupos eram semelhantes. Se a dutasterida funcionaria sem a combinação com nitazoxanida e azitromicina? Não sei. Se funcionaria em mulheres? Nossos dados preliminares dizem que sim, mas não posso afirmar ainda”, complementou Cadegiani.

Todos os divulgadores científicos brasileiros estão em silêncio profundo. Ninguém falou nada. E não há um único motivo científico sequer para isso não estar nas capas de todos os jornais hoje.

Assim como não existe qualquer motivo para os médicos deixarem de aplicar esses medicamentos em todos os pacientes com sintomas da doença. Bem. Também não havia um motivo válido para não aplicar ivermectina, hidroxicloroquina, própolis, aspirina, cominho negro, vitamina D, etc.

E temos pessoas por aí morrendo às pencas, hoje. Os que vivem, muitos ficam sequelados.

Escutem o que estou falando. Estamos no período mais negro da história da ciência mundial. Está pior que a idade média com suas fogueiras, queimando cientistas.

Tudo que está acontecendo hoje será, um dia, reconhecido, pelos livros de história, com um crime contra a humanidade. Um dos mais horrorosos deles.

Na verdade, existe sim, um motivo, para isso não ser divulgado. Chama-se "interesse comercial", é a galera que fala 24 horas por dia de vacina. São contratos bilionários para todos os lados.

Enquanto isso, um monte de gente segue sendo intubada a cada minuto.

E esse medicamento, a dutasterida, Bolsonaro nem fez suas tradicionais imbecilidades. Ele não mostrou a caixa para emas. Também não temos um bando de alucinados fazendo músicas com o nome do medicamento ou outras bizarrices do tipo.

Querem uma dica? Eu dou. Se pegarem essa doença, procurem médicos que estudam. Os que dão ivermectina, anita, hidroxicloroquina, própolis, vitamina D, zinco, azitromicina, dadasterida, fluvoxamina, aspirina, tudo.

Procure um médico de verdade, que pensa e monta cocktails com esses medicamentos.

Não procure esses imbecis que enchem o peito e dizem "seguir a ciência". Eles não seguem a ciência. Eles seguem, na verdade, a ciência comercial, que é outra coisa. Rezam nas as guidelines da NIH e ainda acreditam que isso é sinalização de virtude.

Os médicos que se comportam assim são estúpidos. E se você bobear, eles enfiam a mão no seu bolso e te injetam um Remdesivir, afinal, é o único aprovado pela FDA e recomendado pela NIH, mas que não funciona, não reduz mortes e custa 3 mil dólares. Além de ter fortes efeitos colaterais.

Em outras palavras: médico que diz que “segue a ciência”, hoje, virou um vendedor charlatão de medicamentos caros e inúteis. E não é de hoje.

E se o médico abrir esse estudo da dutasterida e começar a reclamar, por exemplo, da randomização, como a diferença de idade entre os tratados, com 40 anos em média, e o do grupo placebo, com 43 em média, para desqualificar o estudo, como se isso fosse uma diferença crucial para não te medicar, saiba que se trata de um oligofrênico de jaleco, não um médico.

Trata-se de um niilista orgulhoso de sua própria estupidez, metido a ser professor de metodologia, burocrático, aguardando o estudo perfeito, durante uma pandemia, enquanto vê seus pacientes com dificuldade para respirar.

“Este é um excelente journal, antes que tentem desmerecer (novamente) só porque a publicação foi ‘contra’ o que determinadas pessoas acreditam”, concluiu Flavio em seu comentário no instagram.

Facebook censurou cientista em menos de 24 horas.

Carlos Wambier é um dos cientistas que assinam o estudo. Ele compartilhou em seu Facebook. Seu estudo salva vidas. A revisão por pares, ou seja, outros cientistas, atestaram a qualidade e a significância dos resultados. O Facebook concluiu que a informação que ele propaga é perigosa para a saúde.

Nenhuma novidade na história. Sempre que crimes contra a humanidade acontecem, a censura ocorre ao mesmo tempo.